domingo, 21 de dezembro de 2008
FELIZ NATAL!!! FELIZ ANO NOVO
Gente, o sumiço não tem outra explicação senão a correria que é o mês de dezembro, que é igual em qualquer parte do mundo: acumulo de trabalho, de tarefas escolares, de festinhas de fim de ano, corre-corre, 1000 coisas... por isso, DESCULPEM a falta de informações no últimos dias. Mas, agora que teremos 2 semanas de férias escolares (e como a neve não dá um sossego lá do lado de fora), prometemos MUITOS posts cheios de informações. Até o Renato já escreveu um bem legal, que vai ficar para mais tarde um pouco, pois agora chegou a hora de mandarmos a todos vocês nosso FELIZ NATAL E FELIZ 2009. Para isso, fizemos um vídeo, aqui da sacada de casa, que está disponível logo abaixo. Se não der certo, tem também o link com o endereço do mesmo no youtube (http://fr.youtube.com/watch?v=XFchoR-fb8U). A idéia era pegar um dia que a neve estivesse caindo e demos sorte, pois neste domingo dia 21 - e não dia 20 como eu digo erroneamente no vídeo, caiu bastante. Esperamos que gostem e em 2009 estaremos aqui com vocês, mesmo que virtualmente, divididindo os momentos especiais como este aqui. Um beijão!!!!
Gilberto e Renato
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
BRASIL NO TELÃO DE MONTRÉAL




Ps. Ai ai... deu até saudade da Tátika Comunicação e Produção, pois minha antiga assessoria de imprensa é que faz os lançamentos de todos os filmes da Walt-Disney / Buena Vista International, que distribuiu Primo Basílio em todo o país. Nós fizemos um ótimo trabalho né chefitcha Kátia? Um beijo para Turrona, Nívea, Vini, Monicat, Aldeir, DANI e ÉRICO também!!!
Gilberto Evangelista
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
CADA UM SABE A DOR E A DELÍCIA DE SER O QUE É...

Vamos à ele...
Hoje, a Aids é uma “velha danada” que continua causando vítimas e o que é pior: hoje qualquer um pode viver muito bem infectado com o vírus HIV, com uma aparência de atleta olímpico.
CALMA!!!! Eu explico porque utilizei a expressão “e o que é pior”... Vez em quando eu paro para pensar como seria meu comportamento sexual se eu tivesse apenas 20 aninhos e não tivesse conhecido, DE PERTO, o que a Aids pode fazer com uma pessoa. Ok! Ela fazia um grande estrago quando não podia ser controlada, hoje, pode-se se ter qualidade de vida mesmo estando contaminado pelo HIV. Eu sei disso e acho uma grande maravilha essa possibilidade. Mas, a questão é mais profunda. Como um jovem, que tem essa noção de que a Aids pode ser “só mais uma doença” vai querer se proteger da maneira correta?
No dia 11 de novembro, saiu no jornal Métro, aqui em Montréal, uma matéria de página inteira falando sobre o barebacking, que é o ato de se fazer sexo anal sem a utilização da camisinha. Daí eu pensei: “Uau! Uma matéria como essa, que alerta para o perigo dessa prática em um jornal popular de grande circulação... isso sim é um sinônimo de modernidade”, pois discutir, falar, explicar as coisas assim como elas são, isso sim é bacana e pode ajudar muita gente.
Por isso eu não queria deixar este dia passar assim, sem deixar um alerta, um convite para você que está lendo descompromissadamente este blog. Quem sabe você pode vir a roubar 1, 2, 5 minutos do seu dia para pensar sobre o assunto.


(affff.... que frase de efeito brega essa que eu arranjei para terminar o post...)
Um beijo para todo mundo. Inté.
Gilberto Evangelista
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
LE BEAUJOLAIS NOVEAU EST ARRIVÉ!!!!!!!!

Voltando ao assunto..., eu admito que posso até ser mais um dos que foram conquistados pelo grande esquema de marketing que ele possuiu, mas minha paixão vem desde 1997, quando trabalhava no restaurante Alice e bebi uma primeira taça. Depois disso consegui tomar alguns anos sobressaltados, mas na maioria das vezes fiquei só no desejo pois a Mistral, a importadora que leva o vinho para o Brasil faz pré-venda para seus compradores fiéis, não sobrando nada para os pobres comuns que, como eu, adorariam ter o prazer de abrir uma garrafa depois de ver uma matéria na televisão, num jornal, escutar no rádio ou até mesmo ler qualquer coisa em um blog como este.
Eu sei que entre os felizardos clientes da Mistral estão alguns restaurantes do país, o que ainda dá a chance para muita gente aproveitar a oportunidade em vários cantos do nosso país que adora cerveja, mas já aprendeu há muito tempo apreciar um bom vinho. Para quem está por aqui em Montréal, a SAQ, empresa do governo que vende TODAS as bebidas alcoólicas na província, tem algumas garrafas que não demoram a acabar, segundo o vendedor.
Para aqueles que estão lendo este post, gostam de uma garrafinha de vinho e quiserem mais informações sobre o Beaujolais Noveau eu selecionei alguns links que falam um pouco mais sobre a bebida tanto em Português (http://www.mistral.com.br/product.aspx?idproduct=18320), quanto em Inglês (http://www.intowine.com/beaujolais2.html) e em Francês (http://www.01men.com/editorial/333140/vin-/).
TIN-TIN!!!!!!!!! (hehehehehe.... imagem das duas garrafitchas que consegui comprar)
SALON DU LIVRE DE MONTRÉAL

Este post aqui entra na categoria INFORMAÇÃO CULTURAL da bela e efervescente Montréal.
Quem estiver pela cidade pode aproveitar o a 31ª Edition du Salon du Livre de Montréal, que tem como slogan a frase: “L’Amour au coeur du livre”. O evento abriu suas portas ontem, dia 19, e vai até segunda-feira que vem, dia 24 de novembro (www.salondulivredemontreal.com).
Assim como todos salões de livros, os preços são os mesmos daqueles que você pode encontrar nas livrarias, algumas vezes até mais caro. O bom é que você tem a sua disposição uma gama gigantesca de opções, tanto em inglês, como em francês.
Por falar em boas opções, eu e o Renato temos tido boas experiências com as leituras sugeridas na escola. Depois de lermos o livro Les Aurores Montréales, de Monique Proulx, estamos descobrindo a primeira obra gay do autor mais celébre do Québec, Michel Tremblay. O nome do livro é Le Coeur Découvert.
Para adicionar um pouco mais de informação neste post...
Monique Proulx tem uma escrita dura, rápida e que incomoda aqueles que se aventuram em suas páginas. Ao mesmo tempo ela é excitante e provocante, despertando o interesse de seguir adiante com a leitura, sem parar. Seu trabalho tem característica urbana, mas ela acabou de lançar um livro chamado Champagne, onde ela faz um belo retrato da região de Mont-Tremblant, aqui do ladinho de Montréal; um lugar especial, que possui uma geografia perfeita. Aos 56 anos ela já ganhou e continua sendo indicada para vários prêmios de literatura. Na semana passada ela deu uma palestra na escola e deixou todos encantados com sua simplicidade. Seguem algumas fotinhas e, claro, eu não deixei de fazer uma perguntinha durante o evento, além de dar uma boa tricotada após.


Um grande abraço.
Gilberto Evangelista
ÇA FAIT CHIER!!!!!!!!

Vamos à odisséia...
Na última quinta, dia 13, eu escrevi um texto chamado Tudo a Mesma Merda, onde eu falo sobre as semelhanças entre nosso amado Brasil e a nova pátria adotada, Québec/CA. Quem não se lembra é só descer alguns degraus abaixo. Então, lá tem uma parte que é sobre a preparação para minha prova de direção veicular, que aconteceu dia 17, às 9h20. Como eu tinha contado, eu peguei umas aulinhas, “por fora”, para poder me familiarizar com o carro modelo automático (que é mais fácil de dirigir do que mastigar gelatina, até um banguelo consegue) e com o trajeto. Fiz isso para pegar os macetes e tal.

O rapaz chamou a funcionária québécoise que estava lhe dando o treinamento e lhe reportou as perguntas e as respostas. Ela e ele mexeram daqui e dali nesse computador, imprimiram alguns papéis que eu assinei e me pediram para pagar os 25 dólares, preço para fazer o exame (fora os 40 do aluguel do carro que é a parte) Eu saquei o cartão, paguei e voltei para minha cadeira, onde não esperei mais do que 3 minutos para ser chamado pelo examinador. Ele pareceu gentil. Sério, mas gentil. Foi logo ligando a chave, mesmo estando no acento do passageiro, para ligar o aquecimento interior do carro. Saímos, eu segui suas ordens e fiz tudo como havia feito nas aulas “por fora”. Não passei da velocidade da via, dei passagens, sinalizei para mudar de via, não esquecendo de olhar rapidamente os ângulos mortos, estacionamento, baliza, tudo lindo.
Desliguei o carro com a sensação: “UFA! Arrasei!” Mas eis que o verdadeiro “arraso” ainda estava por vir... O FDP do examinador começou a dizer que o exame tinha ido bem, MAS que eu precisava fazer MAIS atenção aos ângulos mortos, que eu não olhei DIREITO, e que eu fiz uma pedestre entrar em pânico quando fui virar em um cruzamento. A tal pedestre em questão foi uma LOUCA que apareceu do nada, ela vinha correndo desde longe, atravessou correndo e continuou correndo após invadir um sinal que já estava piscando para ela e verde para mim. Detalhe! Mesmo assim eu reduzi quase à zero e deixei ela ter prioridade.
Ele foi me dizendo isso com a cara mais lavada do mundo, sem me olhar nos olhos e eu assim... BEGE!!!!!! Na verdade eu acho que já estava até bege Bahia, que é mais chique, né gente? Afffff... Diferentemente do que as pessoas me conhecem, eu disse com muita calma: “Alors, il faut faire cet examen de noveau?”. “Oui” foi a resposta que eu ouvi. Eu desci do carro calmamente, fui até o guichê, ainda agradeci aquele infeliz (Bonne journée Monsieur) e saí sem um novo exame marcado, pois eu não poderia, naquele momento,fazer outro antes de três semanas, nem marcar para abril, quando não haverá mais neve pelas ruas. Para uma data TÃO distante é preciso tentar pelo telefone e perder uns 45 minutos do meu dia, como aconteceu da última vez.
Eu juro que eu queria MUITO ter xingado alguém, ter batido a mão no balcão e feito um belo de um barraco, mas eu me contive, pois no momento em que a mosquinha pousou atrás da minha orelha eu sabia que não iria passar no meu primeiro exame prático, assim como a maioria das pessoas que eu conheço e que também foram reprovadas na mesma situação. Menos a Eliane que mora aqui há dois anos, ela conseguiu a façanha, mas seu marido não, risos... O lance é tão sério, que os québécois que eu conheço brincaram comigo, “Quer passar na primeira vez, vai fazer teste no interior”.
Daí eu deixo uma questão para aqueles que estão aqui, já fizeram ou ainda vão fazer o teste, e para aqueles que ainda vão imigrar (sejam eles gays, héteros, homens, mulheres, adolescentes, azuis, amarelos, afinal carro é uma das grandes paixões brasileiras): Será que a prova é realmente difícil ou existe alguma regra interna para que a maioria não passe? Lembrem-se, eles são MUITO rigorosos...

Para nós que não temos alternativas, só resta ficar puto da vida, pois ÇA FAIT CHIER!!!!!!!!! Tá vendo como é fácil aprender uma expressão em francês apenas lendo uma historinha?
sábado, 15 de novembro de 2008
FESTIVAL INTERNATIONAL DE CINEMA LGBT DE MONTRÉAL

Ai ai, saudades do Mix que cobra precinhos muito mais camaradas, graças ao apoio de instituições como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, que abrem seus espaços culturais para abrigar o evento. Enfim, de qualquer maneira, o Image+Nation de Montréal, que já tem 21 anos é, assim como o Mix, uma boa opção para todo mundo que ainda tem aquela visão arcaica de que gay é sinônimo de bar/boate, pinta e sexo descomprometido. Visão essa que não é exclusividade de hetero mal informado, mas de muito viado que continua se fechando em gueto ou que não escancarou a porta do armário e ainda não está curtindo tudo aquilo que a vida pode oferecer.
Um beijão.
Gilberto Evangelista
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Resultado de uma longa reflexão: TUDO A MESMA MERDA!

Após muitas questões acumuladas e muito tempo para pensar sobre elas, eu só tenho uma coisa a dizer: É TUDO A MESMA MERDA! Espero que ninguém aí fique chocado ou ofendido, mas é a pura verdade. Digo isso de boca cheia, sem conotação negativa. É preciso ficar claro que realmente não percebo tanta diferença quando olho para a sociedade quebecoise e a brasileira. Claro, aqui as pessoas parecem estar sempre ocupadas, com ar individualista, ouvindo seus ipods ou conectadas à internet através de seus notebooks. Mas, fora a posição geográfica, as condições climáticas, o contexto histórico e algumas diferenças no sistema eleitoral, no frigir dos ovos tudo é igual. Vou exemplificar para ficar mais fácil...


E para fechar a lista de exemplos que desmistificam que as coisas por aqui são 100% perfeitas, segue um último caso...
Logo, logo eu vou fazer minha prova de condução veicular no “Detran” daqui. E tenho que admitir que estou com bastante medo, pois muita gente diz que é super-difícil conseguir passar na primeira vez, pois além das pequenas diferenças no estilo de dirigir, eles são muito rígidos em relação às regras. Ok! O que eu decidi fazer então? Tomar aulas na auto-escola. Fui a algumas delas para saber o que tinha que fazer, pois a carteira de identificação que ganhei após a prova teórica não me dá esse direito. BOBAGEM, eles disseram que isso não é verdadeiramente um problema e já tive uma das duas aulas que contratei, fazendo o percurso da prova, em um caminho repleto de outras pessoas fazendo o teste, com a presença de fiscais. Pode???

Um grande abraço.
Gilberto Evangelista (Ah! O Renato revisou e deu dicas de ouro dessa vez.)
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
DOIS EM UM
DELÍCIA DE ALMOÇO
A única coisa chata foi ter que trabalhar depois... mas ao menos, fui bem mais "feliz", kkkkk, seguem as fotos.
PRIMEIRO HALLOWEN

O mais legal é que o povo entra mesmo no clima. Os bares ficam cheios, as boates lotadas e muitas casas são decoradas. O Marcos e o Israel, nossos amigos presentes em outros posts, decidiram fazer uma festa na casa deles, e capricharam em todos os detalhes. Tinha mais ou menos umas vinte pessoas, eu e o Renato entre elas. A noite foi até tarde e deixo para vocês algumas das imagens mágicas dessa que foi a nossa primeira festa de Hallowen.
Ui, que mêda!!!! kkkk... Um abraço a todos. Inté.
Gilberto Evangelista
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
SORRY Madonna...
E para aqueles que estão pensando, "Meu Deus, parece o povo da roça que nunca viu o mar ou a neve, por que toda essa euforia? ", queremos dizer que já vimos a neve, mas temos que admitir que foi muito legal ver a "nossa neve", a primeira como imigrantes, ou seja, no nosso novo lar. Gente, é lindo demais ver os floquinhos caindo do céu. Eu tava trabalhando, fazendo pizza lá no restaurante, e o Renato me liga: "Olha na janela! A metereologia acertou (de novo), a neve começou a cair". Nessa hora, corri para fora do restaurante, olhei pro céu, peguei alguns floquinhos na palma da mão, que derreteram rapidamente, e voltei para minha cozinha. A garçonete só ficou rindo da minha alegria ingênua. Seguem algumas fotinhas que fiz hoje no caminho e redondezas da escola. O Renato disse que o campus da Universidade de Montréal, que fica do outro lado do Mont-Royal, no bairro Côte-des-Neiges, estava com uns 5 centímetros de neve, ou seja, tudo branco. Ah! A temperatura hoje ficou ali, nos 2 graus. Mas, como dizem por aqui, "c'est correct!".
E o Mont-Royal que eu via nas cores do inverno da minha sala passada (nível 6)...
... foi substituído pelos telhados da sala do nível escrito, que comecei nesta semana, do outro lado do prédio. É a mesma sala que eu fiz o nível 4, quando entrei na escola em maio. Adoro a vista tb, ainda mais agora, toda branquinha.
Beijos, beijos. Giba e Re.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
COME ON GIRLS! DO YOU BELIVE IN LOVE?








GILBERTO EVANGELISTA